domingo, 10 de março de 2024

A sinarquia já neutralizou as democracias ocidentais

 


 Política e geopoliticamente falando, 99% das pessoas vive num mundo de máscaras. Atrás destas, os factos relevantes vivem a sua vida secreta. As máscaras são definidas pelos verdadeiros detentores do poder, uma sinarquia internacional em constante concertação. As máscaras são veiculadas, amplificadas e mantidas pelos meios de comunicação social. Consoante as necessidades do “directório,” ora esta, ora aquela máscara é trazida ao palco, um pouco como o desfile de figurinos cuja sombra é projectada na parede da caverna platónica.

Esta estrutura reforçou-se na sequência dos “insucessos” (Donbas e Crimeia) que se seguiram ao “sucesso” do golpe de estado na Ucrânia de 2014. Depois radicalizou-se e focou-se na Europa e nos EUA na sequência da “anomalia” do Brexit e das eleições de Bolsonaro e, sobretudo, de Trump. O sistema estava a disfuncionar e não foi possível subverter os processos eleitorais: a eclosão inesperada de um espaço de liberdade nas redes sociais resultou da rápida expansão destas, assim como de movimentações súbitas que os criadores e controladores das redes não conseguiram conter nem controlar. Para não deixar espaço à ambiguidade, quero precisar que as maiores redes sociais foram criadas e são controladas pelo aparelho de segurança e inteligência norte-americano. Os seus organismos (e, nomeadamente, a CIA e o Departamento de Defesa), são, em concertação com os seus congéneres Europeus, da Commonwealth Britânica e de Israel, de há muito, o braço privilegiado da sinarquia.

A sinarquia controla de dentro a Commonwealth, os EUA e a Europa Continental e, mediante recompensas, punições, e agentes pagos e/ou coagidos, uma série de colónias por todo o mundo, desde o Japão e a Coreia do Sul, ao Paquistão e ao Brasil.

E não nos deixemos enganar por oposições “dialécticas” de superfície. Afinal, até um consumado pau mandado como António Guterres tem autorização para criticar molemente o genocídio Israelita em Gaza.

Sejamos claros: desde os últimos anos da década passada que, dentro da esfera de influência directa da sinarquia (e, em grande medida, na sua esfera de influência indirecta também), as democracias cessaram totalmente de funcionar. Não é que agora funcionem mal. Todos sabemos que sempre funcionaram mal. A novidade é que deixaram mesmo de funcionar.

Normalmente, todo o processo “democrático” e, nomeadamente, “eleitoral” é conduzido através da manipulação das “máscaras” acima referidas. A maior parte das pessoas encontra-se intoxicada com uma descrição falsa do mundo. Os factos que subsistem nessa descrição, como penhores de verdade, encontram-se envoltos em deturpações e omissões. As principais redes sociais são massivamente censuradas através de processos algorítmicos cuja verdadeira extensão e impacto passam largamente despercebidos para maior parte das pessoas.

É apenas quando a primeira linha de defesa falha que a falsificação material e electrónica dos votos tem de assumir o primeiro plano, como foi o caso nos EUA, em 2020, e no Brasil, em 2022. Suspeito que o mesmo se passou com a reeleição de Emmanuel Macron, em França, em 2022 e, seguramente, em muitos outros casos e países.

Finalmente, a terceira linha de defesa é a remoção do eleito inconveniente. O presidente John Magufuli da Tanzânia expôs o carácter fraudulento dos testes PCR, rejeitou as vacinas e morreu, segundo uns de ataque cardíaco, segundo outros de Covid. O presidente Jovenel Moise do Haiti rejeitou as vacinas e foi assassinado por um bando armado que invadiu o palácio presidencial. Em ambos os casos, poucos dias após a morte dos chefes de Estado, os respectivos governos deram a luz verde às vacinas que não tardaram a chegar.

Durante o primeiro mandato de Donald Trump, vimos as repetidas tentativas de deposição de que foi alvo sob falsos pretextos (nomeadamente a fantasia de que seria um “agente Russo”), assim como a orquestração dos motins raciais no Verão e o papel que aí assumiu a organização-fantoche Black Lives Matter. O roubo eleitoral de 2020 foi selado com a operação de False Flag do Capitólio, orquestrada por operacionais do FBI, e o encarceramento sem correcto processo judicial de centenas de manifestantes legítimos. Assistimos actualmente à incessante guerrilha judiciária que está a ser movida ao ex-Presidente, e veremos seguramente outros meios de impedimento serem postos em acção daqui até Novembro de 2024, sem que sequer muitos deles sejam evidentes como tais, mesmo para observadores mais críticos.

Se a maior parte dos “despertos” compreendeu que o jornalismo tradicional morreu e apenas mantêm as aparências, tenho vindo a constatar que a morte das democracias ocidentais é uma pílula muito mais amarga de engolir porque o processo eleitoral é visto como a última esperança de derrotar os planos funestos da sinarquia.

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

O Fim do Ouro

Ficamos agora a saber, por este artigo muito interessante, que a razão pela qual Portugal vendeu uma enorme porção do seu ouro numa época (anos 90 e 2000) em que o preço do metal estava deprimido não foi necessariamente a estupidez dos políticos (uma desculpa fácil), mas por obediência destes aos ditames dos arquitectos globalistas do sistema monetário mundial.

Portugal tinha um racio reservas de ouro / PIB demasiado elevado para o gosto dos arquitectos planetários que, segundo este artigo, se preparam para instaurar um padrão-ouro ao nível internacional.

Enquanto que países com grandes reservas venderam uma parte destas, os países com menores reservas face aos seus PIBs terão vindo a discretamente acumular ouro.

A ideia que se depreende da leitura é a de que há a vontade de estabelecer um preço fixo ou condicionado do ouro em cada moeda, provavelmente por intervenção dos bancos centrais no mercado, num primeiro tempo, e, por fim, através do braço legal dos Estados.

Mas, para isso, é necessário equalizar previamente o racio reservas de ouro / PIB de forma a impedir a necessidade ulterior de compras massivas do metal a partir de uma das moedas, o que desvalorizaria a respectiva moeda face às demais e inflaccionaria o preço do ouro. Ora, isso derrotaria o propósito que é precisamente o de estabilizar e, finalmente, imobilizar a relação do ouro com cada uma das moedas e das moedas entre si.

Por outro lado, acrescento eu, diferenças importantes nas reservas de ouro dentro de uniões monetárias, como a UE (e, desde há muito mais tempo, os EUA), poderia levar a tentações secessionistas, tanto monetárias (restabelecimento de moeda nacional) quanto políticas (restauração da independência nacional). Afinal, um país com mais reservas de ouro poderia usar esse valor real (por oposição ao valor factício das moedas fiat) para o desenvolvimento da sua economia e o exercício da sua soberania política.

Naturalmente que os benefícios temporários dos proveitos das vendas de ouro do banco central Português nos anos 90 e 2000 já há muito se dissiparam em caravelas fantasmagóricas de Expos e pueris estádios de futebol. Deram-se uns chupa-chupas e e uns iôiôs aos tolos enquanto se lhes tirava a carteira.

Depois de impor a destruição da indústria, das pescas, enfim, da auto-suficiência e da independência nacionais, o testa de ferro da nova ordem mundial (CEE/UE) mandou dissipar a maior parte das reservas de ouro Portuguesas de forma privar o país de meios que lhe permitissem recuperar a independência.

Infelizmente, a este passado triste junta-se um futuro que suspeito sinistro.

O que os parasitas globalistas pretendem fazer à escala mundial já foi feito e mantido, nos EUA, desde 1933 até 1974 do século passado, período durante o qual esteve vedado, aos cidadãos americanos, a posse de ouro para além de um montante simbólico ou, de forma limitada, para uso ornamental.

Assim que os diferentes bancos centrais harmonizarem os racios de reservas de ouro / PIBs nacionais e/ou federais, poderão — e receio mesmo que o planeiem fazer — decretar um preço fixo do ouro e promulgar um prazo durante o qual os cidadãos privados e demais entidades serão obrigados a vender o seu ouro ao Banco Central por intermédio dos bancos comerciais. No fim desse prazo, a posse de ouro, à excepção de quantidades simbólicas ou destinadas a fins artesanais ou industriais, será ilegal e dará lugar a elevadas penas pecuniárias ou outras.

Embora a fixação do preço de ouro simultaneamente nas varias moedas exerça uma grande pressão no sentido da fixação da convertibilidade cambial entre elas, é possível que esta medida seja acompanhada ou, mais provavelmente, precedida de uma uniformização monetária mundial que, a exemplo do que se passou na formação da Zona Euro, poderá passar pela limitação das faixas de flutuação cambial, num primeiro tempo, e a fixação absoluta do câmbio, num segundo tempo.

Já sabemos dos desideratos de um governo mundial e da introdução das CBDCs (moedas digitais dos bancos centrais), as quais facilitarão todo este processo.

Na verdade, não se trata de um "regresso ao padrão ouro," mas sim da destruição do padrão ouro, uma vez que o ouro desaparecerá das mãos dos cidadãos ou do controlo de Estados independentes dos globalistas, que é o único sítio onde ele pode manter os banqueiros e as suas moedas honestos (ou menos desonestos).

Aquilo que os parasitas globalistas se preparam para fazer, na verdade, é a eliminação definitiva de um dos dois maiores obstáculos ao seu reino totalitário sobre o nosso planeta: o verdadeiro dinheiro, a antiquíssima moeda real que é o ouro.

(O outro inimigo da sinarquia é a vontade humana de liberdade, um inimigo que aquela combate sorrateiramente há séculos e que crê, não sem alguma razão, estar na iminência de derrotar.)

domingo, 18 de junho de 2023

Os bem-pensantes e a maluqueira das redes sociais



Há muita maluqueira nas chamadas redes sociais. Mas não é pela maluqueira propriamente dita que elas têm fama de lixeira cognitiva. Aquilo que realmente atrai o opróbrio dos bem-pensantes é o facto de, juntamente com a maluqueira, e apesar da censura brutal e crescente, as redes sociais permitirem a comunicação de visões da realidade racionais, baseadas em factos, e bem referenciadas, que contradizem frontalmente as narrativas oficiais que, essas, não são nunca sujeitas ao mesmo tipo de crítica.


Quando a maluqueira não está presente, ela é activamente fabricada e injectada nas redes sociais pelos serviços de informação e por outros actores solidários com, e beneficiários da, narrativa oficial, afim de desacreditar as análises e informações intelectualmente robustas que possam fazer perigar a narrativa oficial.


Na minha opinião, os bem-pensantes ingénuos que fazem eco a este ataque falacioso à liberdade de expressão e aos seus produtos válidos, fazem-no porque, precisamente, não têm nem vontade nem coragem para pensar pelas suas próprias cabeças.


A lealdade dos bem-pensantes aos meios de propaganda social nasce do seu desejo de receber e de usar, como se fossem seus, ideias, pensamentos e argumentos validados pelos poderes centrais, com a garantia, implícita mas à prova de bala, de que não serão desafiados na praça publica porque "toda a gente" sabe que é assim.


Quando falamos com um bem pensante sobre uma dessas "verdades públicas," reparamos que a sua atitude se altera subitamente. A sua capacidade para examinar factos e sopesar argumentos desaparece por completo para dar lugar à exasperação e à indignação da vítima de um logro que recusa aceitar que possa ter sido enganado, pois aceitar reconhecer o logro em que caiu implica contemplar as fraquezas e motivações pouco confessáveis que o precipitaram no engano.


Os bem-pensantes ingurgitam com complacência, senão com entusiasmo, todos os conteúdos que corroboram as suas pré-concepções, desde que oriundos de fontes dotadas de prestígio, e que sejam vertidos com a correcção formal, etiqueta e design gráfico que lisonjeiam o seu auto-conceito de sofisticação.


Aliás, as pré-concepções mais estimadas pelos bem-pensantes não têm outra origem senão a de anteriores disseminações miméticas dos meios de propaganda social. São uma espécie de precipitado sedimentar de venenos cognitivos passados.


O que seria dos bem-pensantes sem a cortina de fumo da "maluqueira" das redes sociais a ocultar o espelho da contra-narrativa factual e racional — espelho esse que lhes devolveria a sua imagem real: a de seres cobardes, dependentes, arrogantes, preguiçosos e hipócritas, sempre dispostos a empurrar para o acidente de viação da infâmia quem, com grandes custos pessoais, se ergue contra o o rolo compressor do unanimismo orquestrado pelos poderosos manipuladores da opinião pública.

sexta-feira, 14 de abril de 2023

O fascismo tornou-se viral


 
O FASCISMO TORNOU-SE VIRAL
Crónicas da fraude pandémica


Durante mais de dois meses, selecionei, revi, e anotei extensivamente o melhor da minha produção escrita (e, pontualmente, oral) sobre o crime pandémico e injectivo.

O meu objectivo era o de produzir um volume que pudesse funcionar como um registo histórico (crónicas), como uma fonte de informações fundamentadas, de referências e de pistas de investigação; e, finalmente, como uma colecção de análises que lance mais luz sobre um empreendimento sinistro que se alimenta precisamente da obscuridade e da mentira.

O material, previamente publicado em diferentes fóruns, beneficia agora de melhorias de forma e de um aparelho de notas que ampliou e actualizou substancialmente as informações e as análises propostas.

Uma missiva inédita fornece a demonstração da inconstitucionalidade da gestão legislativa e administrativa da alegada pandemia, recorrendo unicamente a pronunciamentos oficiais de altas instâncias do Estado português.

O livro conta também com uma introdução que, para além da sua função inerente, cobre matéria nova relativa ao impacto demográfico da injecção da morte, e fornece provas irrefutáveis de que as autoridades portuguesas, estrangeiras e de organismos transnacionais foram amplamente avisadas sobre os enormes perigos das alegadas "vacinas," pelo que não poderão alegar ignorância quando forem confrontadas com os resultados das suas acções.

Decidi empreender o trabalho de publicar este livro porque acredito que vem colmatar um grande vazio e responder a uma importante necessidade em Portugal. À mentira, à propaganda e à manipulação terrorista de Estado, temos de responder, também em Portugal, com mais vozes, e com mais discursos articulados, racionais e fundados em factos.

É o meu voto sincero de que este espaço de debate público venha a ser ocupado em breve por mais e melhores livros.
 

domingo, 27 de novembro de 2022

Com uma balança, entre as ruínas

Os dias, as semanas, os meses e, em breve, os anos sucedem-se, e, pessoalmente, não consigo digerir o facto de que, no meu país, uma parte da população foi impedida de frequentar estabelecimentos como restaurantes por não se ter sujeito à injecção de uma substância farmacêutica experimental.

Esta substância continha (e contém) uma tecnologia experimental (mRNA mensageiro ou vector de adenovírus), até então apenas usada de forma exploratória em pacientes oncológicos terminais e num obscuro ensaio clínico de uma tentativa de vacina do Ébola.

Para cúmulo, os ensaios clínicos desta alegada "vacina" contra a COVID-19 tinham durado uns poucos de meses, sendo na prática interrompidos com o desfazer do double blind e a proposta da administração da substância activa aos que até então apenas tinham recebido placebo.

Só meses depois é que soube, lendo o The Real Anthony Fauci de Robert Kennedy Jr., que esta manobra de destruição do grupo de controle por motivos falsamente humanitários era um expediente já anteriormente utilizado pelo referido director do NIAID americano para disfarçar os rastros dos seus crimes.

A DGS e toda a espécie de “autoridades,” governantes e figuras públicas repetiram incessantemente o mantra “segura e eficaz” sem terem um resquício de prova ou evidência de que assim era.

 Apenas um louco, um ignorante ou um cobarde sem coluna vertebral poderia assegurar tal coisa face à prática consagrada de sujeitar as novas vacinas, mesmo que de tecnologia tradicional, a vários anos de ensaios clínicos sem os quais não é possível avaliar a presença e extensão de potenciais efeitos nefastos à distância de meses ou anos após a inoculação. A história das vacinas (para quem a conhece) está cheia de exemplos de tais efeitos que apenas a observação comparativa e prolongada de grupos vacinados e não-vacinados permite estabelecer positiva ou negativamente.

Acreditando eu que a maior parte dos repetidores do mantra “seguras e eficazes” não são loucos, apenas me restam as duas outras hipóteses: ou são ignorantes, que falam do que não sabem, ou são cobardes, sem coluna vertebral. Naturalmente, na realidade, trata-se de uma mescla variável destas duas qualidades com alguns loucos de permeio.

As mentiras foram múltiplas, cada uma mais absurda que a outra, e não cabe, nestas palavras de improviso, arrolá-las todas, e muito menos triá-las.

Vem-me, a talho de foice, esta: a mentira de que as referidas inoculações eram “aprovadas” pelas autoridades competentes e, nomeadamente, pelo Infarmed em Portugal, pela EMA ao nível europeu, e pela FDA nos EUA. Como sabe quem sabe (e os demais que se curem), as “vacinas" contra a COVID-19 beneficiaram de uma “Autorização de Emergência” nestas diferentes instância e não de uma “Aprovação,” a qual requereria precisamente todas aquelas investigações e salvaguardas, que permitiriam dizer “seguras e eficazes” sem se estar a mentir com todos os dentes.

E com todos os dentes se mentiu. Um dos argumentos com que se coagiu as pessoas foi de que as injecções impediriam a doença e o contágio: não vais matar a avozinha. Pois não só não havia evidência nesse sentido como, por exemplo, nos ensaios clínicos da Pfizer o adoecimento dos inoculados foi não apenas previsto como observado e medido. Quando se tornou evidente entre a população que as injecções não impediam a doença associada a um teste positivo e que, por maioria de razão, não impediam o contágio, logo se deslocou a mentira para a ideia de que impediria a doença grave e a hospitalização. Tanto nos EUA como na Europa, protocolos e práticas hospitalares corruptos tentaram minimizar os números de “vacinados” internados e mortos com COVID-19 e exagerar o número de “não-vacinados” internados e mortos com COVID-19.

Hoje as partes do mundo onde mais se administraram as alegadas “vacinas” são aquelas onde persiste uma sobremortalidade chocante. Faz-me lembrar o caso de um Estado do Canadá, julgo que Alberta, onde a maior categoria de óbitos é agora a de “causa desconhecida.” Aqui em Portugal o elefante do excesso de mortalidade também agita a sua tromba na loja de porcelanas das consciências, mas não se ouve um só vaso a cair. Já estão todas quebradas. As consciências.

Como todos aqueles que não fecharam os olhos, vivo entre os escombros de uma sociedade moralmente arruinada.

Em criança e em jovem os meus instintos diziam-mo alto e bom som, mas a generosidade que protege a juventude de um alheamento prematuro da sociedade encobriam-no:

As posições de poder e autoridade deste país, assim como do resto da Europa e do Ocidente, estão infestadas por ignorantes arrogantes e por cobardes movidos alternadamente pelo medo e pela cupidez. A corrupção das hierarquias sociais atingiu um tal ponto que hoje é virtualmente impossível a pessoas honestas e corajosas ascender a qualquer posição de poder ou influência.

Como sempre, depois de escrever sobre este assunto, sei que nem sequer arranhei a superfície porque sou assaltado por monstros que, no fio das ideias, não couberam, não obstante a sua proeminência na monstruosa colecção das mentiras pandémicas.

Como a presença oculta de grafeno das injecções. Grafeno.

Ou os testes PCR corridos a mais de 40 ciclos de amplificação. Qualquer cientista ou profissional com razoável informação e experiência na matéria sabia perfeitamente, até Dezembro de 2019, que a partir de 20 ciclos a possibilidade de falsos positivos começa a subir exponencialmente, e acima de 30 ciclos os testes são uma comédia. A partir de Janeiro de 2020 passaram eles a ser a comédia.

Um outro monstro. Só mais um, saído da cozinha de horrores do NIAID do Anthony Fauci: o milionário remdesivir. Com que se assassinam rotineiramente inocentes nos hospitais Portugueses, Europeus e Americanos. É o protocolo. Porquê questionar as boas práticas caro colega?

Portanto, hoje sei o que vale um médico. O que vale um juiz. O que vale um deputado, um ministro, um cientista e um professor universitário. E diria que, em média, valem o seu peso em merda.



 

terça-feira, 15 de novembro de 2022

Da democracia à "democracia"

O desaparecimento da República Americana é para mim um fait accompli desde Janeiro de 2021.

Pelo mundo fora, as democracias estão a ser substituídas por "democracias" no sentido Orwelliano, que é o sentido que a palavra tinha na esfera soviética.

Retrospectivamente, dar-nos-emos conta de que as democracias e as repúblicas liberais, com a sua separação formal do poder e o seu igualmente formal sufrágio universal, foram uma adaptação onerosa das elites do poder (i.e. financeiras) à dinâmica subversiva que elas próprias desencadearam no século XVIII e cujos dois marcos fulcrais foram a Revolução da Independência Americana e, mais sombriamente, a Revolução Francesa.

Na verdade, nunca o "poder" político foi mais dúctil face aos desideratos dessas elites do (verdadeiro) poder do que com as democracias do século XX (inclui-se aqui alguma margem temporal antes e depois).

Tão dúctil foi o "poder" político que, sem oposição, as referidas elites usaram e abusaram do sistema financeiro-monetário até o exaurir por completo. As moedas fiat são o Ponzi scheme mais duradouro e mais colossal da história.

Agora que o sistema está na iminência da implosão, todas os conceitos e ferramentas das elites do poder estão a ser apressadamente utilizados de forma a neutralizar a populaça e permitir-lhes recuperar a margem de segurança confortável a que estão habituadas.

Eis alguns desses conceitos e ferramentas:

* Democídio pseudo-pandémico e injectivo e por privação de energia e nutrição adequada;

* Instilação de etnomasoquismo;

* Instauração de Estado de Sítio permanente;

* Destruição de toda e qualquer veleidade de auto-controlo dos destinos individuais e das comunidades locais induzindo assim a convicção "fisiológica" de impotência;

* Instalação de sistemas automáticos de vigilância e controle que tornam fútil qualquer tentativa de resistência.

terça-feira, 8 de novembro de 2022

Metodologia Globalista: da dialéctica à inversão (notas súbitas)

inspiração marxista da subversão globalista e trans-humanista é denunciada pelos seus métodos.

O método do problema-reacção-solução tem sido amplamente comentado.

Trata-se de uma tradução pragmática da dialéctica tese-antítese-síntese que o marxismo recuperou da filosofia de Hegel.

Através das suas grandes corporações, do seu controlo dos media, e dos títeres políticos que executam os seus desideratos, o cartel globalista planetário gera um "problema."

O "problema" suscita uma reacção programada, a qual constitui a justificação para avançar com a "solução."

Esta "solução" é, na realidade, o objectivo inicial que não poderia ser implementado directamente sem revelar as intenções de poder e controlo que o movem.

Há todavia um outro artifício lógico da retórica marxista posto em acção pela pragmática globalista: trata-se da inversão.

A inversão pode ser operada em referência a diferentes eixos de simetria.

Inversão do ónus

Na guerra de informação, é frequente observar-se o agente globalista acusar o adversário de preparar ou cometer um ataque imoral, ilegítimo ou ilegal nos exactos moldes daquele que o agente está a preparar ou já cometeu.

Exemplos:

a) membros da NATO sugerindo que terão sido os Russos a atacar o oleoduto detonado por forças especiais britânicas;

b) os alertas dos EUA e de outros membros da NATO sobre preparações militares Russas nas proximidades do Donbass e a acusação de uma invasão “não provocada” da Ucrânia pelos Russos quando, na realidade, os preparativos militares e a Operação Especial militar dos Russos surgiram após largos anos de bombardeamentos do Donbass por forças militares e paramilitares Ucranianas a soldo dos EUA, e na sequência — e em reacção — a movimentações militares de grande volume do regime Ucraniano nas fronteiras das repúblicas independentistas do Donbass, as quais indiciavam uma invasão iminente.

c) nas eleições presidenciais dos EUA, em 2020, como no Brasil, em 2022, pudémos observar que a facção que perpetrou a “a organização de fraude eleitoral mais extensa e inclusiva da história” (Joe Biden) precedeu a sua operação acusando o adversário da intenção de não reconhecer a sua planeada derrota eleitoral.

Inversão meio/fim e causa/efeito no uso revolucionário das aspirações do ego


Aqui, o meio é apresentado como a finalidade, ao passo que o verdadeiro fim visado se produz como consequência, e fora do radar narrativo, uma vez que o seu real lugar dialéctico foi usurpado pelo meio travestido de fim.

Exemplos:

a) Nos séculos XIX e XX, as preocupações maltusianas dos globalistas face à recomposição e crescimento demográfico das classes populares, o intuito de domesticação da prole das mesmas, afim de produzir trabalhadores mais obedientes e produtivos, assim como o desejo de aumentar a produtividade da população sem uma correspondente expansão demográfica convergiram na promoção do feminismo, operacionalizado concretamente na promoção dos métodos anticoncepcionais, na despenalização do aborto, na liberdade sexual e na entrada das mulheres no mercado de trabalho.

O fim manifesto do feminismo era a igualdade de direitos e oportunidades entre mulheres e homens. Para os globalistas, os valores feministas não passava de meios que permitiam ocultar os verdadeiros fins que, de outro modo, seriam transparentes nas implementações concretas do feminismo.

b) A ideologia do género afirma a omnipotência do ego em matéria de identidade sexual e nega a própria realidade biológica cujo determinismo é denegado ao ser (falsamente) imputado a convenções tradicionais opressivas das quais urge libertar o indivíduo.

Mais uma vez aqui, as consequências do fim manifesto são o real fim globalista e trans-humanista para o qual as aspirações do ego são convocadas como meios disfarçado de fins.

Essas consequências são a destruição das estruturas antropológicas remanescentes que resistem aos projectos globalistas na sua actual declinação trans-humanista onde o Homem está destinado a desaparecer mediante a desconstrução pragmática das distinções em que se funda.

A distinção homem/mulher é ainda uma distinção interna da estrutura do campo do Homem. À sua destruição (ideologia de género) suceder-se-á a destruição da distinção adulto/criança (normalização da pedofilia). Finda a destruição interna do campo do homem, segue-se a destruição das suas fronteiras externas: a distinção homem/animal (normalização da bestialidade; manipulação genética desumanizante) e a distinção homem/coisa (integração do corpo e cérebro na internet com a promessa de expansão de poder do ego e mas a consequência de controlo externo do mesmo).

segunda-feira, 23 de maio de 2022

Petrorublos de ouro

 


 

Quem é que está a sofrer com as sanções?

Os Europeus, os Americanos, e a maior parte do resto do mundo estão a sofrer com o aumento dos preços dos combustíveis e da inflação em geral. Estes estavam já em crescendo devido à criação sem precedentes de nova moeda e à detrioração e ao comprometimento deliberados dos sistemas de produção e das cadeias de abastecimento agrícolas, industriais e comerciais — muito disto a pretexto da fabricação pandémica.

Entretanto, o governo Russo fez um autêntico golpe de judo às sanções ditadas pelo establishment anglo-saxónico ao fixar os seus preços do gás em Rublos.

Os Europeus continuam a poder pagar em Euros, mas têm de o fazer através do Gazprombank, que converte esses Euros em Rublos e depois os disponibiliza num mercado interno onde, por exemplo, importadores Russos podem converter os seus Rublos nos Euros de que necessitam para pagar as suas encomendas.

Ou seja, um golpe de judo e dois coelhos de uma cajadada só.

A isto se soma a garantia do Banco Central Russo de comprar ouro aos cidadãos Russos a um preço determinado em Rublos, o que, de uma só penada, ancorou o Rublo ao ouro. O Rublo tornou-se assim a moeda mais robusta e anti-inflacionária do mundo.

Superficialmente, as sanções parecem concebidas para castigar os Russos pela sua "invasão."

Na realidade, as sanções são um instrumento de precisão cirurgicamente manuseado pela oligarquia planetária e pela sua elite globalista e tecnocrática (que são quem realmente controla os media, os políticos e os governos) para enfraquecer a resistência dos povos Europeus e Americanos à instalação em curso da ditadura planetária.

Quanto a Putin, trata-se um Russo e de um agente secreto de carreira. Ele trabalha para vários lados ao mesmo tempo, e boa sorte para quem quiser apurar a hierarquia das suas lealdades [1].

Dito isto, considerando o etnocídio e o genocídio dos russófonos da Ucrânia e o apoio da NATO à facção nazi ucraniana (a não confundir com a generalidade dos ucranianos) que, em parceria com a NATO, controla as forças armadas e o Estado, acho uma boa coisa que o martírio dessas populações na Ucrânia, silenciado pelos media manipulados, esteja a chegar ao fim.

Quanto ao quadro geopolítico global, a obra de demolição da humanidade continua.

 

[1] Nota de 29/05/2022: Desde que escrevi isto, pesa-me o sentimento de ter abreviado, simplificado e distorcido aquilo que posso legitimamente dizer sobre as acções e lealdades de Putin. Com efeito, como as lealdades de Putin não são claras, as suas acções tão pouco são transparentes. Não podemos esquecer que o governo de Putin participou na cabala pandémica e injectiva. Embora não tenha a certeza, julgo que injecção "Sputnik," impingida aos Russos pelo seu governo, também é uma terapia genética com mRNA promotor da proteína-pico (ou "spike"), com deficiências, perigos e ineficácia semelhantes aos das injecções da Pfizer ou da Moderna. Acresce o facto de que, tenha sido ou não um "young global leader" avant la lettre, Putin terá orbitado o Fórum Económico Mundial (FEM) ainda antes de suceder a Yeltsin, e tanto ele quanto o filho-de-um-Nazi Klaus Schwab já celebraram publicamente os seus laços de amizade. Será a Sputnik na verdade um placebo destinado a proteger os Russos enquanto Putin finge obedecer aos desideratos eugenistas dos oligarcas tecnocratas com quem teve de se arranjar para chegar ao poder e o preservar? Terá toda a sua relação com o FEM e com o Schwab sido o trabalho astucioso de um profissional da duplicidade que nunca deixou de ser leal ao seu país? É possível mas improvável. Talvez um exame da sobremortalidade na Rússia em 2021 e em 2022 permita chegar a alguma conclusão nestas matérias.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Os Olhos Abertos


As mortes súbitas, também conhecidas como "paragem cardiorrespiratória," inconspícuas em 2020, sucedem-se num populoso cortejo macabro desde que as injecções da mortes foram introduzidas sob a falsa designação de "vacinas."

Debaixo de um espesso manto de propaganda, manipulação e intimidação, conjuntamente tecido pelos poderes político, mediático, e biomédico, todos eles generosamente recompensados pela grande indústria farmacêutica, a realidade do genocídio em curso está diante de todos.

É melhor abrir já os olhos para o horror da verdade do que tê-los abertos no último espasmo de uma destas mortes súbitas.



Homem morre no IC19 após despiste por doença súbita (15/02/2022)


Despiste de um motociclo em Viseu provoca um morto (14/02/2022)


Morreu o cineasta Lauro António (03/02/2022)


Morreu o ator Rogério Samora. Tinha 63 anos (15/12/2021)


Jovem de 21 anos sofre morte súbita dentro de autocarro com destino a Lisboa (03/11/2021)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

Serão mentirosos e assassinos honestos a contar votos?


A contraciclo do que se passa noutros países, e a começar pelo Canadá, a Resistência ao Cavalo de Tróia pandémico do Projecto Totalitário Global encontra-se profundamente desmoralizada em Portugal.


A causa óbvia deste abatimento anímico encontra-se no resultado das eleições legislativas. 


Em virtude da magia eleitoral, que faz desaparecer a abstenção e os votos brancos e nulos, assim como da pequenez dos círculos eleitorais e do método de Hondt, que inflaccionam os grandes e aniquilam os pequenos, 41,50% de 52,19% dos eleitores resultam numa maioria absoluta na Assembleia da República quando, na realidade, os votos no PS correspondem apenas a 21,66% dos eleitores — menos de um em cada quatro [1].


São as regras do jogo que os políticos impuseram aos Portugueses e que estes acataram, com indiferença.


Subsiste, no entanto, no meu espírito, uma questão importante. 


Tendo assistido ao roubo histórico das eleições presidenciais americanas, a uma operação de "false flag," no dia 6 de Janeiro de 2020, que encenou a mentira de uma tentativa de tomada de poder pela força, e, por fim, à instalação, na Casa Branca, de uma marionete senil, controlada por Xi Jinping e por George Soros (e operada, no dia a dia, por Barack Obama, a partir da sua sala de comunicações de alta segurança, a escassas milhas da Casa Branca), tenho fundadas dúvidas quanto à autenticidade dos números resultantes das últimas eleições legislativas em Portugal.


Talvez tenha apenas a minha ignorância e a minha falta de diligência como culpados do meu desconhecimento sobre o processo eleitoral, sobre os protocolos de contagem e sobre a comunicação e agregação de votos a nível nacional. 


Como este processo é tornado seguro? Quais são as garantias que apresenta, e, nomeadamente, quais são os processos de verificação e de conferência de dados utilizados?


Sabendo também que se instituiu a novidade dos centros de voto antecipado, onde este ocorreu vários dias antes do dia das eleições, gostaria de conhecer aquilo que os americanos chamam de "cadeia de custódia": quem foi, em cada local, responsável pelo armazenamento, pela segurança e pela integridade dos boletins preenchidos? 


Onde estão os documentos, as assinaturas, as testemunhas e, a montante, os protocolos instituídos para garantir que ninguém pôde acrescentar, modificar ou substituir os boletins de voto preenchidos pelos eleitores?


O PSD tem dúvidas sobre a integridade das eleições na diáspora, sobre as quais, não estando no governo, não tem grande visibilidade nem grande poder.


Pelo que me toca, não tenho nenhuma visibilidade nem qualquer poder sobre os processos eleitorais no território nacional. Suspeito que pelo menos 99% dos meus concidadãos se encontram em posição idêntica.


Como nunca tive grande preocupação em ocultar a extraordinária extensão da minha ignorância nos mais variados domínios, talvez, ao colocar estas questões, para mim óbvias, mas decerto pouco evidentes para muitos, possa prestar um serviço útil aos meus concidadãos, em particular aos que se reconhecem como membros da chamada Resistência.


Tendo focado toda a nossa atenção e todo o nosso esforço investigativo nos procedimentos pelos quais as autoridades públicas portuguesas (como outras) construíram a narrativa fraudulenta da alegada pandemia, sabemos, por exemplo, que os números de "mortos pela Covid-19" são uma fabricação criminosa e desavergonhada.


Porque razão quem fabricou números de "mortos pela Covid-19" não haveria de fabricar números de votos em si mesmo de forma a reforçar a sua posição, desmoralizar os críticos e encobrir os seus crimes?


Com um Estado e com uma elite corrompidos e criminosos, que não hesitam em mentir e em inocular crianças com uma substância experimental que já matou um número incalculável de pessoas e feriu muitas mais, o poder não merece a presunção de inocência.


Sei que há muitos Portugueses adormecidos que votaram cegamente nos seus algozes (sejam estes, aliás, do PS, do PSD, do PCP, do BE, do PAN, do Livre, do CDS, ou do Chega). 


Mas não tenho qualquer fé nos resultados das legislativas.


[1] Dados corrigidos a 10/02/2022 para contemplar os resultados globais e não apenas os resultados no território nacional. Naturalmente, a abstenção é muito superior: um aumento da "pequena abstenção" (eleitoral) que traduz a "grande abstenção" (exílio).


quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Redução controlada e gestão do stock humano no século XXI


O democídio vacinal do Século XXI não tem de resolver o problema da organização e transporte das vítimas para os campos de extermínio uma vez que, nos países ditos desenvolvidos, tem sido suficiente utilizar uma combinação de propaganda multicanal e a implementação de um sistema de incentivos e de coerções cujas  ilegalidade e inconstitucionalidade são geralmente eficazmente negadas pela malha cerrada da propaganda.

Em alguns países do terceiro mundo, onde os mais pobres e grande parte da população rural se encontram não apenas fora dos circuitos audiovisuais e informáticos da propaganda como para além do alcance regular das dependências cultivadas pelo Estado e pelo sistema económico de mercado, não resta outra alternativa que não as práticas genocidárias do século XX: torna-se necessário localizar, deter e manietar as vítimas afim de proceder à administração do meio de extermínio.

Não obstante as dificuldades colocadas pelas sociedades e estratos populacionais menos sujeitos aos meios de propaganda e de coerção, os herdeiros espirituais do Dr. Mengele encontraram uma opção muito mais sofisticada do que o gás Zyklon B.

Com efeito, as actuais injecções da morte, para além de servirem outros propósitos nos que lhes sobrevivem, pelo menos temporariamente (como a introdução de nanotecnologia que permite incluir os corpos humanos na internet das coisas), têm a extraordinária vantagem de permitir que a execução seja aparentemente aleatória — ou seja, ela pode ou não ocorrer num dado período de tempo, — assim como dissociar, na esmagadora maioria dos casos, o momento do colapso do momento de administração do meio de execução.

Com a assistência do denso e incessante manto de propaganda, tem sido possível produzir uma taxa importante e sustentada de mortalidade e morbilidade sem que a generalidade da população, correctamente integrada nas redes de dependência do Estado e da economia de mercado, se aperceba da relação causa-efeito.

Quanto aos administradores dos meios de extermínio, mesmo os que operam no terceiro mundo encontram-se inerentemente integrados nas referidas redes e sujeitos à cobertura desinformativa, pelo que é possível manter o seu contributo para o processo e, ao mesmo tempo, a sua boa consciência e normal integração na sociedade, com todas as vantagens logísticas que daí decorrem.

Na realidade, tem mesmo sido possível recuperar uma parte do efeito dos esforços de extermínio em "feedback loop positivo,” requalificando-a como pertencente à categoria fundacional da propaganda, ou seja, como resultando da terrível doença. (Note-se, de passagem, o contributo, para esta recuperação, do requerimento da passagem de 14 dias após a última injecção para a integração na categoria “vacinado,” permitindo assim categorizar todas as mortes anteriores como de “não vacinados.” A boa organização conhece-se pelo cuidado com os detalhes.)

Seja no primeiro ou no terceiro mundo, no entanto, o uso das sofisticadas injecções combinando a terapia genética experimental propriamente dita e o "adjuvante" óxido de grafeno, permite libertar os executores da complicação adicional do tratamento dos corpos resultantes, cujo fluxo, algo aleatório mas estatisticamente regular e dissociado da administração dos meios de extermínio, pode assim ser processado pelos mecanismos psico-sócio-económicos próprios e orgânicos em cada sociedade. 

A relativa variedade dos mecanismos e apresentações clínicas de morbilidade e de mortalidade assim como a nano-escala dos factores causais (proteínas-pico e nano-partículas de óxido de grafeno), proporcionam vectores adicionais de camuflagem.

É razoável presumir que os arquitectos do democídio em curso pretendam manter este status quo dinâmico o máximo de tempo possível afim de que as sociedades humanas processem elas próprias o seu democídio até que a dimensão populacional visada seja conseguida, ao mesmo tempo que introduzem as transformações estruturais no sistema sócio-económico necessárias à prossecução dos seus fins ulteriores: avançar de forma integrada para o controlo e transformação (para fins de controlo) dos sistemas humanos, biológicos e ecológicos do planeta.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

Última possibilidade antes da implosão do regime?



Para quem ainda acredita que é possível salvar o país a partir de dentro do regime, há dois partidos que se opõem à ditadura sanitária e ao roubo do futuro dos nossos filhos.


Os actuais partidos da Assembleia da República preparam-se para promover ou aceitar:


1. as injecções forçadas


2. o controle totalitário pelo certificado digital (que não se vai ficar por restaurantes e viagens de avião), 


3. a alteração ao artigo 27.° da Constituição de forma a permitir a detenção de cidadãos, sem apelo, por ordem de um funcionário do Estado mediante a mera alegação de razões de ordem "sanitária."


Os dois partidos cuja mensagem é frontalmente contra o avanço da noite totalitária são:


O ADN:

https://m.youtube.com/watch?v=ffJwabeo9Xk


E o ERGUE-TE:

https://m.youtube.com/watch?v=pg8glfEvcgU

Prepara-se a clique globalista e maçónica para roubar as eleições Portuguesas de 2022?

O voto antecipado e a colheita de votos a pretexto da fraude pandémica foram cruciais no roubo das eleições americanas de 2020.


Desde a colheita de votos por "brigadas" (eles usam mesmo a palavra) junto a Portugueses ludibriados para ficarem em falsa prisão domiciliária, até a organização e promoção de voto antecipado em massa com a desculpa esfarrapada do inofensivo omicron — tudo isto me lembra demasiado o roubo descarado das eleições americanas de 2020 que instalaram uma marioneta senil na Casa Branca, alegadamente com mais votos do que os que obteve, em seu tempo, o popular Obama, "vencendo" um Presidente que, não obstante os mil roubos pelo país fora, obteve ainda assim mais votos contados do que qualquer outro Presidente recandidato na história!


Citando o artigo da propaganda social:


"Na atual conjuntura de covid-19 em Portugal, o Governo anunciou que a votação antecipada em mobilidade nestas legislativas está preparada para um milhão e 200 mil eleitores, através de 2.600 secções de voto, que poderão ainda ser aumentadas, apelando à inscrição nesta modalidade para prevenir situações de isolamento na data das eleições."


No caso Português, como no caso americano, isto já está programado de longa data para obviar a qualquer dificuldade. 


Presentemente, os inimigos dos interesses estrangeiros que manobram o sistema político-mediático Português não são os partidos minoritários do sistema (CHEGA, BE, PCP, CDS ou PAN) mas sim o ERGUE-TE! e o ADN, os únicos dois partidos que criticam abertamente senão a fraude pandémica e o ataque biológico que constituem as injecções, pelo menos os abusos e a destruição do regime de direito constitucional.

domingo, 16 de janeiro de 2022

Sinais de Resistência à 3ª Dose da Injecção da Morte


Jorge Veloso, Presidente da Associação Nacional de Freguesias, comenta, em entrevista ao Observador, a fraca adesão à dose de reforço da injecção da morte que o governo generosamente propôs aos membros das mesas de voto e aos funcionários e eleitos das juntas de freguesia.


Segundo Jorge Veloso, em Coimbra, apenas cerca de 140 das 600 potenciais vítimas compareceram na primeira chamada para dose de reforço da injecção da morte. 


A fazer fé nos números citados pelo próprio, essas 140 pessoas constituem menos de 1/4 (23%) das vítimas potenciais, e não 1/3, como erradamente estimou Jorge Veloso.


Se estes números forem representativos da fraca adesão a nível nacional à dose de reforço da injecção da morte, compreende-se melhor o endurecimento recente das medidas de Apartheid sanitário e a continuada histerização da propaganda pandémica, não obstante a míngua de mortes e de hospitalizações imputáveis à C19.


(Aparentemente, não estará a decorrer com a eficácia desejável a reconversão, para o campo da C19, do número acrescido de mortes súbitas e de hospitalizações por miocardites, tromboses e AVCs.)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

No comprendo

“É difícil fazer um homem compreender uma coisa quando  o seu salário depende de que ele não a compreenda.” Upton Sinclair



Os estudos estatísticos do Prof. John Ioannidis sobre a epidemiologia do SARS-CoV-2 são considerados o padrão de ouro na matéria e são frequentemente invocados para explicar que este vírus comporta na realidade um risco de morte relativamente reduzido e pouco maior do que o representado pela influenza.


Com efeito, um primeiro estudo [1] do Prof. Ioannidis situa a mortalidade geral da infecção pelo SARS-CoV-2 à volta de 0,15%, ao passo que um estudo posterior [2], recentemente actualizado, estuda a mortalidade por estrato etário, exibindo a grande variabilidade de uma mortalidade virtualmente inexistente nos 0-19 anos e que atinge os 4% a 4,9% nos idosos (definidos como +70 anos mas incluindo amostras onde este grupo é definido como +65 ou até +60).


Falando em termos muito gerais, os estudos do Prof. Ioannidis usam a "seroprevalência" de anticorpos que se estima indiciarem a infecção pelo SARS-CoV-2 e os dados oficiais de mortes atribuídas à Covid-19.


A mortalidade é obtida mediante a relação entre número de mortes atribuídas à Covid-19  (numerador) e número de pessoas "seropositivas" (denominador).


Naturalmente, estes números são sujeitos a operações de filtragem, calibragem e ajustamento segundo "regras da arte" da estatística, da demografia e da epidemiologia, assim como em função das particularidades das situações.


Se a fiabilidade dos critérios e das medidas de seropositividade são eminentemente questionáveis, porquanto a sua especificidade foi calibrada tendo como padrão os altamente questionáveis testes PCR, os dados oficiais das mortes atribuídas à Covid-19 são ainda mais questionáveis.


Na medida em que dependem dos testes PCR, que sabidamente produzem uma proporção variável mas significativa de falsos positivos, os números das mortes oficiais são, como os números da seropositividade, inflacionados.


No entanto, para além da dependência dos testes PCR, os números oficiais de mortos “por” Covid-19 contêm pelo menos 3 factores adicionais de inflação.


1. O mais flagrante é o critério quase(?)-universalmente aplicado de atribuição dos óbitos à Covid-19 mediante a existência de teste positivo nos 28 dias anteriores à morte ou mesmo post-mortem. Isto independentemente da causa real de morte ou sequer da presença de um qualquer sintoma associado à Covid-19.


2. Acresce que, em diferentes países, a mera suspeita de Covid-19, pelo médico que certifica o óbito, Covid-19, sem teste, permite fazer a atribuição da morte à Covid-19. Isto apesar da coincidência da grande maioria dos sintomas da Covid-19 com os de outros vírus causadores da gripe sazonal.


3. Finalmente, recorde-se os importantes incentivos pecuniários para profissionais de saúde e instituições de saúde em função da presença e do número de doentes, ventilados e mortos com Covid-19.


Nos dois estudos académicos citados, o Prof. Ioannidis, reconhecido mestre na arte da crítica e do criterioso ajustamento dos dados brutos para minimizar toda a espécie de enviesamentos e de distorções, abstém-se de considerar estes factores polémicos, não obstante a sua realidade e óbvio peso na construção dos números oficiais dos óbitos Covid-19.


Destes factores adicionais de inflação resulta que o número de mortes Covid-19 é necessariamente mais inflacionado do que o dos seropositivos, pelo que mesmo os valores surpreendentemente baixos da mortalidade da Covid-19 apurados pelo Prof. Ioannidis se encontram eles próprios inflacionados.


Esta foi a primeira epidemia (ou pandemia) na história cuja existência e duração dependeu, não da acumulação de mortes pela peste que cada um constataria à sua volta, mas de um esforço sem precedentes de propaganda, de censura e de repressão policial à escala planetária.


Cada um sabe que estas forças geram imediatamente reacções de auto-censura, particularmente no meio académico. Tenho poucas dúvidas acerca da grande inteligência ou da grande competência científica do Prof. John Ioannidis, pelo que apenas a auto-censura pode explicar a elisão, no seu estudo, da ponderação dos referidos factores de inflação dos óbitos atribuídos à Covid-19.


Até porque estes factores não são meramente acidentais. Pelo contrário, são dispositivos deliberadamente posicionados pelos arquitectos da fraude pandémica e disciplinadamente executados por governos, burocratas, administrativos e pessoal de saúde.


Parece-me cada vez mais possível que este ataque aos povos do mundo acabe por falhar nos seus propósitos últimos de instauração de um regime totalitário global face à crescente resistência auto-organizada de minorias activas nos quatro cantos do mundo.


Se assim for, não ficarei surpreso caso os Ioannidis do futuro, conduzindo livremente as suas investigações, venham a concluir que a mortalidade real da pseudo-pandemia dos idos anos 20 foi inferior à da gripe sazonal.



[1] Reconciling estimates of global spread and infection fatality rates of COVID‐19: An overview of systematic evaluations

[2] Infection fatality rate of COVID-19 in community-dwelling populations with emphasis on the elderly: An overview